A Polícia Federal descobriu algo impressionante: o ex-presidente Jair Bolsonaro teria burlado as medidas cautelares do STF de forma sistemática. Ele usou contas de terceiros no WhatsApp para compartilhar conteúdo proibido. Essa estratégia envolveu o envio de cerca de 300 vídeos através de perfis que não eram os seus próprios.
Como funcionava o esquema de burla
Bolsonaro teria utilizado telefones de assessores e pessoas próximas para fazer os envios. Dessa forma, ele conseguia contornar as restrições impostas pelo Supremo Tribunal Federal. As investigações mostram que essa prática foi realizada de maneira organizada e constante.
O papel de Eduardo Bolsonaro
O filho do ex-presidente, Eduardo Bolsonaro, também foi indiciado no caso. As autoridades acreditam que ele participou ativamente do esquema. A investigação aponta para uma coordenação entre ambos para distribuir o conteúdo proibido.
As provas coletadas pela PF incluem mensagens, registros de acesso e depoimentos de testemunhas. Esses elementos comprovam a participação dos investigados nas ações. O material foi enviado para grupos de apoiadores e simpatizantes do ex-presidente.
Consequências jurídicas
O indiciamento de Bolsonaro e seu filho pode levar a processos criminais. Descumprir medidas cautelares do STF é considerado crime de desobediência. As penas podem incluir multas e até mesmo prisão, dependendo da gravidade dos fatos.
Esse caso mostra como as autoridades estão monitorando o cumprimento das decisões judiciais. A tecnologia tem sido uma aliada importante nas investigações, permitindo rastrear atividades mesmo quando feitas através de terceiros.
Fonte: Bahia Notícias