A tentativa de contrabando no presídio baiano expõe falhas na segurança. Recentemente, uma mulher foi flagrada com drogas escondidas em seu corpo. Esse tipo de ocorrência não é raro em penitenciárias. As autoridades precisam agir para evitar que isso continue.
Esse caso em particular gera preocupações sobre como as drogas estão entrando no sistema. O contrabando muitas vezes envolve conivência de pessoas de fora. A segurança precisa ser reforçada para proteger a integridade dos customdos e evitar a violência.
As revistas e os procedimentos de segurança devem ser mais rigorosos. Muitas vezes, revistam-se apenas as visitas, mas alguns alimentos e objetos podem servir de esconderijo para as drogas. Portanto, é essencial que a segurança no presídio seja reavaliada.
Além disso, a questão do contrabando afeta todos dentro do sistema carcerário, não só os presos. A equipe também corre riscos. Portanto, soluções mais efetivas são urgentes para que episódios assim não se repitam.
Fonte: Bahia Notícias